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sábado, 14 de março de 2015

RESENHA #5: A BELA E A FERA


Ficha Técnica

Título Nacional: A Bela e a Fera
Título Original: La Belle et la Bête
Lançamento: 25 de Setembro de 2014 (1h54min)
Dirigido por: Christophe Gans
Com: Léa Seydoux, Vincent Cassel, André Dussollier
Nacionalidade: França/Alemanha
Gênero: Fantasia, Romance







Sinopse

No ano de 1810 um naufrágio leva à falência um comerciante (André Dussollier), pai de três filhos e três filhas. A família se muda para o campo e Bela (Léa Seydoux), a filha mais jovem,
parece ser a única entusiasmada com a vida rural. Certo dia o pai de Bela arranca uma rosa do jardim de um palácio encantado e acaba condenado à morte pelo dono do castelo, um monstro (Vincent Cassel). Para salvar a vida do pai, Bela vai viver com o estranho ser. Lá ela encontra uma vida cheia de luxo, magia e tristeza, e aos poucos descobre mais sobre o passado da Fera, que se sente cada vez mais atraída pela jovem moça.


Trailer




Opinião

Primeiramente, devo confessar que "A Bela e a Fera" é meu clássico preferido desde sempre e para sempre. Portanto, quando vi que haveria uma nova versão dele e, em se tratando de um filme não-hollywoodiano e em francês, eu só podia correr para os cinemas.
É preciso, também, esclarecer que o filme mais conhecido é o da Disney, mas ele é uma adaptação da história de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont (compre o livro com tradução integral aqui). Entretanto, ela somente se baseou no escrito original de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve, e é justamente disto que se trata esse filme sobre o qual discorrerei. Como não li nenhuma dessas autoras, não sei o quanto ele se aproximou do original, mas acredito ser o mais próximo até hoje.
O filme me encantou, nem sei dizer o quanto! Além de ser em francês, um idioma lindo e que por si só já é conhecido como a língua do amor, possui uma história mais adulta, sem tanto encantamento, mais voltado para a "realidade", só que sem deixar o formato de conto de fadas, já que a história é contada para duas crianças como se fosse um conto, mas fica subentendido que ocorreu de verdade. Além disso, o trabalho de arte, efeitos especiais, fotografia e figurino foi fantástico!
Nesta versão, não temos mobílias falantes, mas temos cachorros muito fofinhos. A rosa possui um significado diferente. Não teve bruxa responsável pela transformação do príncipe, que tem seu passado revelado ao longo do filme, conforme a Bela vai se interessando ou ficando curiosa, não só investigando, mas através de sonhos e revelações mágicas. Aliás, única parte que me decepcionou um tiquinho foi a falta da biblioteca no castelo e a Bela não ser aficionada por leitura, muito pelo contrário. Ela é bastante caseira, sem ganância e gosta do ambiente rural, onde pode plantar. O romance também não é tão aprofundado, mas achei bom por não ter nada muito meloso.
Li muito em críticas que somente o lado técnico/artístico compensam, mas de qualquer modo, recomendo muitíssimo este filme, especialmente para quem, assim como eu, é fã dessa história. Conhecerá um outro lado, talvez um tanto mais sombrio, deste conto tão amado!  




Nota  



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