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domingo, 10 de maio de 2015

RESENHA #10: GODZILLA

Ficha Técnica

Título Nacional: Godzilla
Título Original: Godzilla
Lançamento: 15 de maio de 2014 (2h03min)
Dirigido por: Gareth Edwards (II)
Com: Aaron Taylor-Johnson, Bryan Cranston, Ken Watanabe
Nacionalidade: EUA
Gênero: Ficção Científica, Ação, Aventura







 Sinopse

Joe Brody (Bryan Cranston) criou o filho sozinho após a morte da esposa (Juliette Binoche) em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe e quinze anos depois continua remoendo o acontecido, tentando encontrar alguma explicação. Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), agora adulto, é soldado do exército americano e precisa lutar desesperadamente para salvar a população mundial - e em especial sua família - do gigantesco, inabalável e incrivelmente assustador monstro Godzilla.



Trailer


  
Opinião

O filme volta à ideia original e resgata o gostinho dos filmes antigos do Godzilla, e tem o que um filme do Godzilla precisa ter: luta entre monstros e destruição, claro, em escalas grandiosas. Celebra os 60 anos da primeira aparição do Godzilla nos cinemas.
A história gira em torno do tema da radioatividade, que é a grande justificativa para vários fatos. O filme começa mostrando um período de 15 anos antes do atual, em que há uma catástrofe em uma usina radioativa, que depois é explicado a relação com os monstros que aparecem. Explica também que, aparentemente, os testes nucleares em mar aberto (mostrando imagens de explosões históricas e reais) eram por razão da tentativa de combate a essas grandiosas criaturas. São três seres monstruosos, dois deles parecem assumir o perfil de vilões que colocam em risco a vida de todos na Terra, e com isso Godzilla, o rei dos monstros, é o encarregado de liquidá-los e manter o equilíbrio natural do planeta em um combate destruidor.
O roteiro conta ainda com a história de uma família, onde o pai é o mocinho e membro das forças armadas e assim auxilia nas missões contra as criaturas. Por mim não necessitava deste drama em paralelo, mas também não me incomodou em nada. Em certo ponto serviu para mostrar que diante da enormidade da situação, a ação humana não tem grande efeito, apesar de que o soldado fez algumas proezas que podem ser interpretadas como ajudas para um bom desfecho, mas tudo bem. Poderiam haver mais cenas do protagonista do filme, o Godzilla, que não aparece tanto quanto eu gostaria, mas o seu grito característico está presente, é de arrepiar.
Os efeitos e a fotografia do filme são bem bonitos, funciona bem o ambiente sombrio com a destruição para dar mais clima aos monstros gigantes. Tanto que em um dado momento que o Godzilla aparece por inteiro à luz do dia, me pareceu meio deformado, talvez seja impressão minha. No geral, o longa teve cenas bem bacanas e montadas com uma boa estética.




Nota


Curiosidade

Demonstração da evolução e diferença dos tamanhos dos Godzillas.


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