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sábado, 23 de maio de 2015

RESENHA #11: MAD MAX - ESTRADA DA FÚRIA

Ficha Técnica

Título Nacional: Mad Max - Estrada da Fúria
Título Original: Mad Max - Fury Road
Lançamento: 14 de maio de 2015 (2h00min)
Dirigido por: George Miller
Com: Tom Hardy, Charlize Theron, Zoë Kravitz
Nacionalidade: Austrália , EUA
Gênero: Ação, Aventura, Thriller






Sinopse

Após ser capturado por Immortan Joe, um guerreiro das estradas chamado Max (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa se salvar um grupo de garotas. Também tentanto fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo.


Trailer



Opinião

Estava agendando ir ao cinema para ver algum filme especial, estreou “Vingadores 2” e ainda não tinha tido a chance. Mas então veio “Mad Max: Estrada da Fúria”, e a minha expectativa de assistir algo diferente e bem produzido, fora todos elogios ao filme, me levaram a ir vê-lo em 3D.
O filme é simplesmente fantástico! E os efeitos em 3D deixaram ainda melhor, realmente com todo aquele cenário e explosões, foi algo muito bem aproveitado.

Tentei ir a uma sessão legendada e não consegui, mas já que era um filme que prima pela ação, a dublagem não foi problema. E põe ação nisso! O longa é muito intenso, mas não são explosões bobas sem necessidade, toda cena tem um movimento e ângulo que dão muita dinâmica, me fez sentir uma adrenalina como nunca senti vendo outros filmes do gênero, que eu me lembre. Sobre a história em si, algo importante a se dizer é que ela não tem nada de grandiosa e sofisticada, não recebemos muitas explicações sobre o ocorrido, o que a meu ver não era necessário realmente. O enriquecimento do filme passa pelo cenário e estilizações perfeitas, que já nos fazem entender o suficiente da situação. A fotografia, que é incrível, é como um personagem que dá vida ao enredo.

O filme é um retrato pós-apocalíptico, onde faltam água e combustível, e quem os detêm também detêm o poder. As caracterizações deram um toque muito peculiar tanto aos veículos quantos aos personagens, nos fazendo esquecer a realidade, com detalhes tão ricos e variados, os carros personalizados e monstruosos são um espetáculo à parte, sem contar os personagens que os dirigem, já que vemos algumas tribos diferentes pelo filme, que percebemos que se diferem por detalhes nessas estilizações e ponto. Não há grandes explicações que cortariam o ritmo dos acontecimentos. Mesmo em cenas mais lentas, que são escassas, há uma tensão de alguma coisa errada prestes a acontecer.

Assistindo nos levamos com todo o frenesi do filme que, aliás, tem muitas cenas bem executadas e trabalhadas, e apesar do ritmo, não somos atropelados com sequências de ações aleatórias e confusas, todas tem um timing excelente. A trilha sonora completa o filme com chave de ouro, com direito a um guitarrista tocando metal pesado com sua guitarra cuspindo fogo, uma cena épica. Outra coisa incrível para destacar é que 90% das cenas do Mad Max não usam efeitos especiais, o que, além de surpreender, dá um grande realismo a toda destruição. Ao final do filme, parecem que as duas horas passaram voando e a vontade é de mais. Inclusive, ao rever trailers para a resenha, bateu a vontade de assistir novamente, e para acalentar essa sede por gasolina, saíram notícias que confirmam uma continuação, e terá como possível subtítulo “The Wasteland”.

Já estou na expectativa para o próximo, e garanto que quem for fã de cinema e assistir esta obra-prima do George Miller, também estará torcendo por mais.




Nota




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