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sábado, 11 de julho de 2015

RESENHA #14: CIDADES DE PAPEL

Ficha Técnica

Título Nacional: Cidades de Papel
Título Original: Paper Towns
Lançamento: 09 de Julho de 2015 (1h49min)
Dirigido por: Jake Schreier
Com: Nat Wolff, Cara Delevingne, Halston Sage
Nacionalidade: EUA
Gênero: Aventura, Romance, Drama







Sinopse

A história é centrada em Quentin Jacobsen (Nat Wolff) e sua enigmática vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne). Ele nutre uma paixão platônica por ela. E não pensa duas vezes quando a menina invade seu quarto propondo que ele participe de um engenhoso plano de vingança. Mas, depois da noite de aventura, Margo desaparece – não sem deixar pistas sobre o seu paradeiro.

Trailer



Opinião

Esclarecendo que não li o livro, então minha opinião será estritamente sobre o filme.

Quentin, quando garoto, conheceu Margo, cuja família se mudou para a casa ao lado da sua. Desde então, ele passa a considerá-la seu milagre e se diz apaixonado por ela. O tempo vai passando, e de amigos inseparáveis, eles se distanciam, cada um tomando seu caminho. São 9 anos praticamente sem se falarem.

Até que numa noite, quando ambos já estão no último ano do colégio, Margo entra pela janela de seu quarto, pedindo (ou melhor, praticamente exigindo) que ele empreste o carro de sua mãe e seja seu motorista, para pôr em prática alguns planos de vingança. Sem titubear, Q topa. Nesta noite, mesmo fazendo tudo “errado”, ele se diverte junto a ela, e pensa que retomarão a relação de onde pararam, ou até mais do que isso.

Só que Margo desaparece misteriosamente depois daquela noite, mas seus pais, e em especial a mãe, não ligam muito, já que não é a primeira vez. Quentin, entretanto, começa a buscar pistas para solucionar esse mistério. Com esse objetivo, acaba se unindo mais ainda a seus dois melhores amigos, à namorada de um deles e à melhor amiga de Margo.

Vou confessar, e espero que não haja rios de comentários negativos, mas eu fiquei MUITO entediada durante o filme. Foi só nos últimos 10 minutos, mais ou menos, que simpatizei um pouco com ele.

Bem, a protagonista não me desceu. Como eu sou muito sincera, jamais tomaria uma atitude como a dela, de desaparecer sem avisar alguém que fosse, pelo menos. Então, não precisaria ter nem filme, se eu fosse a protagonista. O Quentin é fofinho, mas nada demais. Quem se destacou, para mim, foi o Ben, um dos melhores amigos de Q, que mesmo assim atua em algumas cenas um tanto quanto nojentas, eu diria. Atuações razoáveis para personagens não tão complexos.

Enfim, como eu disse acima, nos últimos 10 minutos temos aquela moral: as pessoas são somente pessoas, então não as idealize. E valorize mais os momentos, as amizades, antes que seja tarde demais.

Aliás, gente, pelo amor de Deus! Tive que mandar a garota do meu lado ficar quieta, porque ela ficava contando pra avó o que ia acontecer em seguida! E quando apareceu o ator que fez "Gus" em "A Culpa é das Estrelas", o pessoal ficou histérico...Sim, eu sou chata, gosto de gente que se comporte direito no cinema e no teatro. 

Em tempo: o filme não trabalha com efeitos especiais notáveis e o figurino é bem simples. Creio que consegue passar o que propõe, de modo simples, mas realmente não me cativou. Não assistiria novamente. 

























Nota



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