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sábado, 5 de setembro de 2015

RESENHA #17: QUERIDO JOHN

Título Nacional: Querido John
Título Original: Dear John
Lançamento: 07 de maio de 2010 (1h45min)
Dirigido por: Lasse Hallström
Com: Channing Tatum, Amanda Seyfried, Richard Jenkins
Nacionalidade: EUA
Gênero: Drama , Guerra , Romance









Sinopse

John Tyree (Channing Tatum) é um jovem soldado que está em casa, licenciado. Um dia ele conhece Savannah Curtis (Amanda Seyfried), uma universitária idealista em férias, por quem se apaixona. Eles iniciam um relacionamento, só que logo John precisará retornar ao trabalho. Dentro de um ano ele terminará o serviço militar, quando poderão enfim ficar juntos. Neste período eles trocam diversas cartas, onde cada um conta o que lhe acontece a cada dia.


Trailer



Opinião

O filme é uma adaptação do romance de Nicholas Spark. Então já podemos imaginar ver um romance dramático e tocante. E esse é sim dessa forma, com uma história muito bonita e que emociona. Gostaria de esclarecer que não li o livro, por isso não posso fazer um paralelo e talvez isso me faça gostar mais do filme.

A história tem partida no encontro despretensioso entre Savannah e John, mas rola uma demonstração de masculinidade e atletismo de John ajudando a donzela, levando Savannah a convidá-lo para ir até a casa dela onde estariam mais amigos, inclusive um playboyzinho interessado nela. É em vão. pois os dois já parecem estar encantados um com o outro, John é um soldado do exército americano e antigo “bad boy”, agora é um cara centrado e boa pinta. Savannah é o tipo de moça impecável, bonita, gentil, destemida e ainda faz de tudo por quem necessita. Um casal perfeitinho demais, não!? Eles se aproximam bastante, ela conhece o pai do John, que parece ser autista. Aliás, entre os amigos de Savannah conhecemos Tim, viúvo e pai de Allan, um garoto também autista.

Como parecia natural, John e Savannah tem um romance, que é intenso, no período de duas semanas eles se apaixonam, se divertem, brigam, fazem as pazes, vivem dias inesquecíveis. Mas logo chega o dia em que precisam se separar, John parte para o serviço militar em diversos locais do mundo, e Savannah retorna à faculdade. Nisso ela propõe que se comuniquem por cartas detalhadas com tudo que estejam fazendo. Nessa parte o filme parece que dá uma desnorteada, pois temos muito mais enfoque no que o John escreve, talvez esse seja um problema da adaptação do livro para o longa. E assim eles ficam por um tempo, até que John tem um breve retorno para avisá-la de que permanecerá mais tempo que o previsto em serviço. Isso causa um desgaste na relação, mas eles continuam trocando cartas, até que John para de receber novas cartas. Depois de meses então, vem uma carta de Savannah contando a John que ela está noiva e decidiu viver sua própria vida.

Eles passam um longo período sem notícias um do outro, até que o pai de John falece e ele é obrigado a retornar. Eles se encontram, rola um clima estranho, eles colocam novidades em dia, John descobre quem é o noivo dela, o que foi uma surpresa pra mim (por isso não contarei para que tenham esse gostinho). Mas as coisas não acabam muito bem nesse reencontro. Partem novamente cada um para seu lado. Nessa hora temos o desabafo de John, fiquei realmente com muita dó dele, algo que não é comum para mim, que não costumo ter mais apreço pelo personagem representado pelo herói viril. Mas certa raiva que sinto da mocinha em questão pode ter colaborado, só que de certa forma compreendo suas razões e ela também sofre com tudo, como esperado do drama de Nicholas Spark.

Próximo ao fim do filme, as coisas mudam de rumo na vida de Savannah, mas parece tarde para o casal de protagonistas. Porém temos uma leve surpresa, que deixarei em suspense para vocês conferirem ao assistir. O filme é sem dúvidas emotivo, nos traz sentimentos reais que os romances nem sempre ocorrem como planejamos, assim como a vida em geral. Contudo, passa o sentimento bonito de um amor verdadeiro que mesmo com todos os obstáculos, ainda queima e vive esperando sua chance. É um filme bonito e gostoso de assistir, dramático sem ser choroso, e romântico sem ser meloso.




Nota



Postado por



2 comentários :

  1. Eu sou apaixonado pelos livros do Nicholas e esse foi o primeiro livro que eu li dele e fiquei apaixonado pela leitura e pela história, mas sou suspeito pra falar já que eu amo muito qualquer tipo de romance. Adorei seu blog.

    Meu Blog: www.umcontainer.com

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    Respostas
    1. Nicholas tem um dom, e já ouvi dizer que ele se inspirou na ex-esposa (quando ainda eram casados) para dar características a suas personagens femininas. Uma pena que o seu romance particular tenha terminado, não acha?
      Agradeço pelo elogio, espero que continue nos visitando.
      Até!

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