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sábado, 13 de fevereiro de 2016

RESENHA #19: A ESCOLHA

Ficha Técnica

Título Nacional: A Escolha
Título Original: The Choice
Lançamento: 04 de Fevereiro de 2016 (1h51min)
Dirigido por: Ross Katz
Com: Teresa Palmer, Benjamin Walker, Alexandra Daddario, Tom Welling
Nacionalidade: EUA
Gênero: Romance, Drama






Sinopse

Travis Parker (Benjamin Walker) tem uma vida confortável, um bom emprego, amigos leais e uma casa em pequena cidade costeira. Ele busca diariamente viver plenamente e acredita que um relacionamento sério limitaria o seu estilo de vida. Isso até que Gabby Holland (Teresa Palmer) se muda para a casa ao lado. Mesmo que ela tenha um namorado, a moça o instiga logo de cara e faz com que os dois se entreguem a uma relação que nenhum deles esperava. Baseado em romance do autor Nicholas Sparks.


Opinião

Fui assistir a esse filme na quarta-feira e, por ter assistido somente um baseado em romances do Nicholas Sparks (amo Diário de uma Paixão, mas quem não ama?) e ser o único que dava pelo meu horário apertado, vi sem nem mesmo conferir o trailer. E agora que estou para dar minha opinião, agradeço por isso. Sério, NÃO assistam o trailer, pois ele entrega TUDO! Aliás, algo bastante comum ultimamente. 

Tá, eu sei que o tio Nicholas – que inclusive virá ao Brasil em breve  não consegue fugir da fórmula, então você sempre pode esperar um romance e aquele drama básico. Mas acho que é essa a premissa de quase todo romance, portanto não podemos realmente o culpar.

O filme nos apresenta Travis, um cara solteirão, mas que está enrolado com a Monica, uma moça com quem ele tem algo desde o colégio – só porque ela o procura , mas nada muito sério. Ele gosta do que vem fácil. Do outro lado, literalmente (pois eles são vizinhos, entendeu? =) ), temos Gabby, uma residente de Medicina que namora o filho do dono do hospital onde trabalha, interpretado pelo lindão do Tom Welling, famoso pelo personagem de Clark Kent em Smallville.  

Começa a surgir uma atração entre Travis e Gabby. Sua aproximação, logo no início do filme, ocorre de uma forma que oscila entre o hilariante e o mau-humor. Dei risadas tímidas e fiquei, o tempo todo, só aguardando o momento da “desgraça”, que não poderia faltar.

O filme não me passou a personalidade completa daqueles personagens que eu acompanhei por quase 2 horas. Na verdade, temos que lidar com aquela de “eles estão falando uma coisa, mas agem bem diferente”. Travis passa toda a pinta de solteirão, mas o filme mostra um cara tranquilo e que logo quer se envolver pra valer. Ela demonstra estar bem no relacionamento, mas na primeira ausência do noivo, já convida o sedutor para seu ninho e, quando tem que tomar uma decisão, fala algo que magoa e, no dia seguinte, se arrepende.   

A irmã de Travis, de alguma forma mágica, sabia que o irmão estava encrencado por causa do interesse na vizinha, quando nem os espectadores tinham elementos ou motivos suficientes para afirmar isto. Ela só dizia “Eu te conheço, irmão”. Se isso virar argumento para tudo, assim até eu! Rs.

Não negarei que ri, me emocionei em poucos momentos, achei os cachorros uns fofos – bem que os filhotinhos poderiam ter tido mais cara de recém-nascidos e até chorei. Há frases boas como “Ela merece as estrelas e a lua” e outras péssimas como “Tudo o que uma mulher quer é um homem que vai lutar” – ou algo assim, pois não fiquei anotando.

Frisando que minha opinião é estritamente baseada no filme (nunca li nada do Nicholas), recomendo para quem goste desse gênero, curta clichês ou seja fã de Nicholas. Pois surpresas ou algo inusitado, não será encontrado neste filme.






Trailer



Nota  



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