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domingo, 3 de julho de 2016

RESENHA #27: GAME OF THRONES 6X10: THE WINDS OF WINTER


Boa noite, Historiadores!

O 10º e último episódio desta 6ª temporada de Game of Thrones, foi ao ar dia 26/06 e com certeza foi tão ou mais surpreendente do que seu antecessor. Trago minha opinião e breve resumo sobre ele.

Tentei modificar ao máximo a forma de me expressar, mas ainda assim pode conter SPOILERS. Então, só leia se já assistiu ou se não se importa de saber detalhes antes de ver.

Ai ai, às vezes eu sou ingênua e me esqueço que esta série é Game of Thrones. Eu aqui, achando que Cersei estava totalmente acabada agora que não teria o Montanha lutando por sua libertação, e eis que ela me surpreende (e eu vibro quando sou surpreendida), mandando a Fé e mais alguns incômodos pelos ares, literalmente. De qualquer modo, eu ainda tenho certeza de que ela está em sérios apuros (agora por motivos diferentes) e ela saiu perdendo, mesmo quando vitoriosa. Não podemos esquecer da profecia, em que boa parte já se concretizou e agora só falta ela ser sobrepujada por uma rainha mais jovem (parecia que seria Margaery, até este ponto) e ser estrangulada pelo irmão (que para mim, poderá ser qualquer um dos dois, já que Jaime parece estar meio assustado com essa sede de poder dela).





Sam e Gilly finalmente chegam a seu destino e, apesar da satisfação óbvia dele de estar em um lugar com tanto conhecimento em estantes, creio que ela e talvez ele não se sentirão satisfeitos com a falta de contato que será consequência de sua aceitação lá. Ah, preciso comentar que o homem que o recebe fez uma participação curta, porém muito bem interpretada, com total desdém e desconfiança.

O enfrentamento de Sir Davos com Melisandre ocorre na frente de Jon, e ela confessa que realmente queimou Shireen. Mesmo talvez precisando de seus serviços posteriormente, Jon decide mandá-la para o Sul. Sansa afirma que, para ela, Jon é sim um Stark. Porém, quando ele é eleito o Rei no Norte, a troca de olhares dela com Mindinho não me pareceu nada promissora. Acredito que, em algum momento, ela se sentirá preterida, até porque ele havia afirmado que ela seria a Lady de Winterfell e Mindinho a tenta convencer disso, ao que ela lhe dá as costas (ao menos por ora).


Daenerys dispensa, sem nenhum remorso, Daario (como seu amante). Uma futura aliança através do casamento pode ser necessária, e Tyrion faz com que ela enxergue isso. Ela o nomeia Mão da Rainha, que é o papel ao qual ele vem desempenhando ao longo desta temporada.


Outra surpresa (bastante apressada, eu diria) foi a aparição de Arya para Walder Frey, ganhando em sua conta mais 3 mortes. Ela não é ninguém, ela é Arya Stark e, mesmo assim, uma sem-rosto e assassina.


Benjen deixa Meera e Bran próximos à Muralha. Infelizmente, ele não pode passar. Através de uma visão verde, Bran finalmente retorna à Torre da Alegria e nos mostra o que esperávamos a capítulos: a origem de Jon Snow.

Uma aliança aconteceu, e eu não a previa. De fato, demorei alguns segundos para entender seu significado. Olenna Tyrell, Ellaria Sand e Daenerys Targaryen contra os Lannister. Lembrando que junto estão os Greyjoy (ou parte deles). Parece que, por mais que o inverno tenha chegado, ele será recheado de fogo e sangue.




Varys e Mindinho, como eu suspeitava desde o princípio, se provaram personagens essenciais para os arranjos “nos bastidores”. Junta-se a eles, mais recentemente, Qyburn.

Preciso confessar que achei o episódio muito bem articulado, especialmente a execução do plano de Cersei. Senti alguma satisfação com a vingança pessoal que ela teve daquela que a atormentava quando estava presa.
  

Não estou tão preparada para dizer um “Até logo” para a série, mas como não há remédio, vamos torcer para a próxima temporada vir o mais depressa possível.


Por Dentro do Episódio:




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