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sábado, 6 de agosto de 2016

RESENHA #26: SE EU FICAR

Ficha Técnica

Título Nacional: Se Eu Ficar
Título Original: If I Stay
Lançamento: 04 de Setembro de 2014 (1h46min)
Dirigido por: R. J. Cutler
Com: Chloë Grace Moretz, Mireille Enos, Joshua Leonard, Jamie Blackley
Nacionalidade: EUA
Gênero: Drama, Romance, Ficção






Sinopse

Mia Hall (Chlöe Grace Moretz) é uma prodigiosa musicista que vive a dúvida de ter que decidir entre a dedicação integral à carreira na famosa escola Juilliard e aquele que tem tudo para ser o grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Após sofrer um grave acidente de carro, a jovem perde a família e fica à beira da morte. Em coma, ela reflete sobre o passado e sobre o futuro que pode ter, caso sobreviva.


Opinião

Após a publicação da resenha do livro e da playlist, me faltava conferir o filme desta obra, baseado no homônimo escrito por Gayle Forman.

Mia é uma violoncelista de 17 anos, cujos pais e irmão mais novo são apaixonados por rock. Seu pai teve uma banda quando mais novo, inclusive. No colégio, ela é notada por Adam, um rapaz um pouco mais velho, e acaba sendo convidada para ir com ele a um concerto. Ocorre aí o início de um relacionamento.

Porém, estas são informações que vamos obtendo em flashbacks, após um acidente de carro que vitima seus pais e deixa seu irmão e ela própria em estado grave. Vamos, aos poucos, conhecendo a personalidade tímida e reclusa de Mia, que se acha uma alienígena em sua própria família e não consegue encontrar seu lugar no mundo, por assim dizer...
  
Adam se interessou por ela não somente pela suave beleza, mas pela paixão que ela demonstra quando está tocando. Não se pode dizer que ela demonstra a mesma paixão pela banda do rapaz, mas ela se esforça, mesmo que não muito. Adam é o namorado que todas gostariam de ter, sensível e carinhoso, apesar de ter seus próprios problemas pessoais. As cenas da primeira vez dos dois e quando estão tocando juntos são as mais bonitas. 

Mas, voltando à problemática que é o tema principal do filme, Mia “passeia” pelo hospital, em uma experiência extracorpórea, na qual ela é capaz de ouvir os outros e ver tudo o que ocorre ao seu redor. Então, segundo uma enfermeira que a acompanha, ela precisa decidir se vai querer acordar para uma vida totalmente diferente ou se desistirá de tudo.

O filme conseguiu me emocionar bem mais do que o livro, algo bastante raro de ocorrer. Gostei da atuação de todos, com destaque para os pais e o avô de Mia, além das partes em que a protagonista e o namorado tocam seus instrumentos musicais, que ficaram super convincentes. A cena do acidente foi mais light no filme, e como é muito descritiva no livro, chegando a me chocar um pouco, gostei bem mais da versão do longa. Com poucas mudanças, considero que a adaptação ficou praticamente igual ao livro. Recomendo para quem queira se emocionar e chorar, como eu chorei. Já quero assistir de novo e ler o segundo livro. 




Trailer



Nota



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