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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

RESENHA #29: DOUTOR ESTRANHO

Ficha Técnica

Título Nacional: Doutor Estranho
Título Original: Doctor Strange
Lançamento: 03 de Novembro de 2016 (1h55min)
Dirigido por: Scott Derrickson
Com: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Tilda Swinton, Rachel McAdams, Mads Mikkelsen
Nacionalidade: EUA
Gênero: Fantasia, Aventura









Sinopse

Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.


Opinião

Não sou especialmente fã de super-heróis, mas após Deadpool e os trailers que vi de “Doutor Estranho”, precisava conferir. E não é que eu gostei? Talvez eu não goste de heróis “convencionais”, rs.

Stephen Strange é um neurocirurgião muito bem-sucedido, cuja única importância parece ser a carreira, tanto que ele não aceita casos “comuns” para não sujar sua reputação. Após um acidente de carro, no qual ele mesmo foi culpado, suas mãos ganham diversos pinos e ele se vê despojado de sua profissão e dependente dos outros para as coisas mais básicas.

A arrogância ainda está lá, agora com um misto de frustração. Nem Christine, também médica e ex dele, o suporta. Na verdade, é ele quem acaba a expulsando de sua vida.
Sem alternativas, bastante desesperado, Stephen fica sabendo de um paciente que teve uma cura milagrosa. Ao procurá-lo, recebe a indicação de ir a Kamar-Taj, em Katmandu. Sem avisar a ninguém, já que não teria mais nada a perder, Strange entra de cabeça nessa jornada.

Lá, ele conhece Mordo na rua e é levado até a presença do Ancião, papel feito por uma mulher, num estilo meio budista. Nesta espécie de templo, Stephen deverá abrir sua mente e não mais olhar através do buraco da fechadura, e sim para as inúmeras possibilidades que se apresentam perante si.

Aos poucos ele se adapta a esta nova realidade que envolve universos paralelos, manipulação do tempo, magia, inimigos poderosos e muitos (MUITOS) efeitos especiais. Sou super fã de efeitos especiais, mas em algumas cenas, me senti perdida, de tanta informação jogada na tela. De qualquer modo, ter visto este filme em 3D teria sido espetacular.

Não é uma comédia, mas há uma ou outra piada sarcástica feitas pelo protagonista, que caíram bem. As cenas nas quais ele experiencia a vida extracorpórea, com Christine a seu lado, me fizeram rir, devo confessar. 

Além do excesso de efeitos especiais, acho que o desenvolvimento de Stephen foi extremamente rápido dentro do templo. Entendo que ele seja inteligente e os fatos devem ser expostos o mais rapidamente possível dentro de um filme, mas realmente não conseguiu me convencer. Não que chegue a atrapalhar, é só uma opinião bem pessoal mesmo. 

Em suma, é um filme que expõe a essência humana, abre os olhos para o que está ao nosso redor e mostra que a soberba não leva a lugar algum. Recomendo! Ah, e assistam até o final, pois há cenas extras e importantes. 





Trailer



Nota 



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